5 lições que aprendemos com Pokémon Go

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Você consegue imaginar um bando de marmanjos correndo com um celular na mão e gritando que estão atrás de um Pikachu? Pois bem o mundo todo está fazendo isso e essa mania já está no Brasil Aqui. A verdade é que podemos tirar algumas lições desse jogo que parece ganhar a graça do mundo, vamos a eles:

1. O sucesso às vezes pode demorar 20 anos;

Foi em Setembro de 1996 que John Hanke ainda estudante participou de um projeto na Archetype Interactive Corp. como co-criador do ‘Meridian 59’. Este jogo é conhecido como o pioneiro da linha MMRPG (Jogo de RPG com múltiplos jogadores) que chamou a atenção dos executivos da 3DO, vindo os mesmo a adquirir a Archetype. No ano 2000 Hanke deu início a um projeto denominado Keyhole focado em criar mapa on-line 3D ligado a GPS ao longo do mundo. O Resultado foi a aquisição desse spin-off (encubadora) da Intrínseca Gráficos pelo Google por U$S 35 milhões em 2004 sendo o embrião do Google Earth. No período de 2004 a 2010 Hanke circulou internamente no Google.Inc trabalhando no Street View e no Maps. Em 2010 ele funda uma startup chamada Niantic financiada pelo Google.Inc com o objetivo de criar jogos em mapas, assim nasceu o Ingress uma mistura de gamification e descobertas. Em 2015 o Google.Inc anunciou uma restruturação dos negócios criando uma empresa chamada Alphabet que objetivava criar lideres fortes em cada negócio de uma maneira independente. Nessa sopa de letrinhas de empresas que a Google possui estava a Niantic liderado por John Hanke e assim ele saiu em busca de um projeto consistente que tinha a ver com sua startup. Em 06 de Julho de 2016 foi lançado nos EUA, Austrália e Nova Zelândia o Pokémon Go com um capital de US$ 25 milhões vindo do Google, Nitendo e Pokemon Company. E da noite para o dia foi feito 10 milhões de download.

2. As pessoas buscam recompensas e novas experiências;

A equipe de Hanke tinha como meta ao criar o jogo levar as pessoas a prática de exercícios físicos, ver o mundo ao seu redor com um outro olhar e gerar interação dos jogadores. O resultado foi estímulo a busca de recompensas e também ofereceu aos seus adeptos novas experiências sociais e emocionais.

3. O universo dos Smartphones ainda é gigantesco;

O Pokémon Go aplicou a realidade aumentada na tecnologia smartphone abrindo um mercado de jogos on-line de múltiplos jogadores em aparelhos inteligentes. O smartphone proporciona mobilidade e interação ao mesmo tempo, no caso da realidade aumentada os jogadores pode si mover em busca de pokémons.

4. Ideias bobas podem lhe dar grandes insights;

Em Abril de 2014 Google e Pokémon Company criou o Fool’s Day que desafiou jogadores a encontrar pokémon no Google Maps por meio do aplicativo. Aquilo que começou despretencioso está tornando mania mundial.

5. Seja original;

A Niantic Labs quando fora concebido dentro do Google Inc. já possuía um característica peculiar em se aventurar no mundo dos jogos. Mas em jogos que envolvia mapas, caça recompensa e performance dos competidores sendo essa atónica do Ingress o primeiro jogo criado pela spin-off do Google. No momento da concepção do Pokémon Go tanto a Niantic quanto a Pokémon Company procuraram preservar ambas identidades. A companhia oriental havia si interessado na performance do Ingress e a startup americana havia se facinado com o universo pokémon. Diante disso a dupla empresarial gerou uma boa sinergia casando pontos em comum como o mundo tridimensional e sons do pokémon. Os fans é que ganharam com isso pois o foco foi a originalidade do jogo pokémon, mas com um upgrade na interatividade, mobilidade e conectividade por parte da spin-off do google.

 

Por Daniel Júnior

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